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Comentários dos colegas:
Olá, Pires!
Apreciei a forma escorreita como organizaste o teu Guião: evocação da necessária liderança do professor bibliotecário, a especificação das etapas e a informação contextual. Dois aspectos desta informação contextual expressam uma realidade análoga à da biblioteca da minha escola que não deixa de causar-me alguma preocupação, a saber:
- Alunos encaminhados para a BE por comportamento desadequado. Também os recebemos quando as outras estruturas de apoio não funcionam. A BE não deve ser entendida como um local de recepção de alunos mal comportados.
- Provas de recuperação realizadas na BE – Estamos só a ceder espaço e vigilância.
A estas evidências por ti apontadas podia juntar outras, por exemplo, as aulas de apoio determinadas pela gestão, as da iniciativa dos docentes ou a logística das aulas de substituição.
Não estaremos perante um problema?
Parabéns pelo teu Guião. Tem condições de funcionar. Segue o conselho dos mais experientes: façam alguma coisa e não tenham a pretensão de fazer tudo de uma vez.
Maria Gracinda Marques
- Alunos encaminhados para a BE por comportamento desadequado. Também os recebemos quando as outras estruturas de apoio não funcionam. A BE não deve ser entendida como um local de recepção de alunos mal comportados.
- Provas de recuperação realizadas na BE – Estamos só a ceder espaço e vigilância.
A estas evidências por ti apontadas podia juntar outras, por exemplo, as aulas de apoio determinadas pela gestão, as da iniciativa dos docentes ou a logística das aulas de substituição.
Não estaremos perante um problema?
Parabéns pelo teu Guião. Tem condições de funcionar. Segue o conselho dos mais experientes: façam alguma coisa e não tenham a pretensão de fazer tudo de uma vez.
Maria Gracinda Marques
Resposta a esta opinião:
Olá!
Relativamente à primeira preocupação, não concordo, inteiramente, com a tua opinião pois os alunos, que são encaminhados para a BE por comportamento desadequado, são acompanhados de uma tarefa a desenvolver na BE e aí são acompanhados por um professor vindo da bolsa de substituição. Assim, o aluno sujeita-se a continuar a sua aula num outro espaço e com outro professor.
Quanto à segunda preocupação, no nosso caso, as provas de recuperação realizadas na BE, também elas têm o acompanhamento de um professor que vem da bolsa de substituição.
Em suma, os alunos que chegam à BE, quer numa situação quer na outra, têm sempre alguém que os pode ajudar e podem, desta forma, desenvolver outras coompetências. E essa opinião, um pouco generalizada, de que a BE é encarada como um lugar de castigo, sobretudo na primeira situação, terá de ser combatida por nós, fica-nos essa missão: esclarecer os mais distraídos e menos atentos a esta evolução.
Obrigado pelo contributo,
Pires

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